Tomar a decisão de praticar o bem

     Embora seja necessário arrepender-se dos pecados, não é preciso divulgá-los Levianamente aos outros. Basta que o doente, refletindo sobre o seu passado, reconheça que aqueles atos errados não foram praticados pelo seu Eu verdadeiro e tome grande decisão de, caso for curado da doença, trabalhar para o bem da humanidade, como homem verdadeiro De natureza divina. 
     Se essa decisão for sincera, neste instante a doença já está curada no mundo mental. Como a mente já está mudada e curada, o corpo carnal, que é a projeção e materialização dessa mente, também vai começar a melhorar rapidamente a partir desse instante. 
     Uma vez que a pessoa reconheceu o seu passado ignóbil, arrependeu-se e tomou a grande decisão de se corrigir, nesse instante todos os pecados do passado desapareceram. Portanto, não é preciso mais afligir-se por causa da gravidade dos pecados ou duvidar do perdão, pensando "Será que fui perdoado só com isso?", pois assim estaria duvidando do poder de absolvição de Deus. 
     A treva, por mais densa que seja, desaparece infalivelmente ao se acender a luz; da mesma forma, também os pecados, por mais graves que sejam, desaparecem no momento em que a pessoa percebe, com arrependimento, que estava errada. Por isso, não é preciso explicar esta Verdade ao doente para que ele se arrependa dos pecados e prometa renascer para a Vida de Deus, é necessário em seguida conduzi-lo ao estado de tranqüilidade absoluta em que se sinta completamente perdoado.

Do livro A humanidade é isenta do pecado, volume 3 - Masaharu Taniguchi

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